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EVERGREY

Release

“O Brasil é sempre maravilhoso! Não podemos mais esperar para voltar, tocar para uma plateia incrível, beber caipirinhas (risos)… Houve uma vez em que estivemos aí que nós mesmos compramos uma garrafa de cachaça e fizemos nossa própria caipirinha na piscina. Depois fomos jogar futebol com uns brasileiros, comemos churrasco…”. O depoimento é de Tom S. Englund, líder, vocalista, guitarrista e compositor da banda sueca Evergrey, que veio ao Brasil pela primeira vez em 2005 e atualmente é completada por Henrik Danhage (guitarra), Johan Niemann (baixo), Jonas Ekdahl (bateria) e Rikard Zander (teclado).

 

O grupo de prog metal de Gotemburgo divulga seu 13º álbum de estúdio, “A Heartless Portrait (The Orphean Testament)” (2022), sucessor de “Escape of the Phoenix” (2021), gravado durante a pandemia e o isolamento social. “Tínhamos essa situação mundial, então o que faríamos? Lançamos ‘Escape of the Phoenix’ e no dia seguinte tivemos uma reunião, e foi quando pensamos: ‘Muito bem, não poderemos fazer turnê desse disco durante pelo menos um ano. Então, vamos começar a compor o próximo imediatamente?'”, declarou à revista Roadie Crew.

 

E o próprio Tom Englund tem consciência de que, mesmo tendo estreado ainda no final da década de 90, com “The Dark Discovery” (1998), e lançado discos muito bem recebidos, como “Recreation Day” (2003), o conceitual “The Inner Circle” (2004), “Monday Morning Apocalypse” (2006) e “Torn” (2008), a base de fãs do Evergrey está concentrada, em sua maioria, de meados dos anos 2014 em diante. “É um privilégio ter dois álbuns incríveis e novos para apresentar. Atualmente, o nosso maior problema é definir um setlist, sendo que a banda completa 30 anos em 2023. Já temos 13 discos, e 70% dos nossos fãs vêm do ‘Hymns for the Broken’ (2014) para frente, o que significa que demos uma guinada, certo?”, questiona Englund com orgulho.

 

Após “Hymns for the Broken” (2014) e “The Storm Within” (2016), o Evergrey fechou a sua trilogia com “The Atlantic” (2019). Porém, “Escape of the Phoenix”, trouxe o vocalista James LaBrie (Dream Theater) na faixa “The Beholder”, algo que remete ao início do Evergrey. “Dream Theater foi a razão para eu começar o Evergrey, pois queria soar como ela, mas logo percebi que não era capaz de tocar daquele jeito (risos). O Dream Theater é parte responsável pelo modo como o Evergrey soa hoje”, afirmou Englund.

 

Estilística e musicalmente, o Evergrey não se relaciona com o estilo característico e virtuoso do Dream Theater, pois vai para outros caminhos, tendo um som mais obscuro, melodias melancólicas, interpretações emocionais, muito peso e trabalhando a técnica em favor da música.

 

Dos primeiros trabalhos, destaca-se o terceiro, “In Search of Truth” (2001). “A época de ‘In Search of Truth’ foi um período incrível da minha vida. Primeiro, porque pude trabalhar naquilo que me propus a fazer, considerando a visão que eu tinha da banda. Em segundo lugar, pude gravar com amigos com os quais gostava de passar tempo. Além disso, pude conhecer, trabalhar e me tornar amigo de ídolos como Andy LaRocque, do King Diamond (N.R.: LaRocque produziu In Search of Truth)”, relembrou Englund.

 

Porém, em contrapartida, a fase de “Glorious Collision” (2011) foi nebulosa. “Foi o período mais complicado da minha vida, época em que eu havia decidido sair do Evergrey. Eu já não tinha mais a energia, nem a vontade e o desejo de criar música”, explicou o vocalista, que decidiu ir para a universidade estudar serviço social e psicologia. “Cursei a universidade durante duas turnês europeias e norte-americanas. Enquanto todos estavam fazendo festas, eu estava lá no ônibus. Tínhamos um acordo – todas as manhãs, às oito horas, eles tinham que ir para cama e eu começava estudar. Era ótimo. Enquanto eles festejavam, eu ia dormir.”

 

Felizmente, o time voltou com novo ânimo em “Hymns for the Broken” (2014) e, desde então, vem cativando os fãs com seus álbuns e durante as turnês com um tipo de show que você precisa se concentrar, sentir, se emocionar e agitar com a banda. Um ponto interessante é que o “Summer Breeze” homenageará o saudoso Andre Matos, que tinha o álbum “Recreation Day” do Evergrey como um de seus preferidos.

 

DISCOGRAFIA:

The Dark Discovery (1998)

Solitude, Dominance, Tragedy (1999)

In Search of Truth (2001)

Recreation Day (2003)

The Inner Circle (2004)

Monday Morning Apocalypse (2006)

Torn (2008)

Glorious Collision (2011)

Hymns for the Broken (2014)

The Storm Within (2016)

The Atlantic (2019)

Escape of the Phoenix (2021)

A Heartless Portrait (The Orphean Testament) (2022)

 

Site oficial: https://evergrey.net/

Instagram: www.instagram.com/evergreyofficial

Facebook: www.facebook.com/Evergrey

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